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ROTEIRO DE FILME
ROTEIRO DE FILME

Já estou farto de ouvir de evangélicos fanáticos essa história que o Nazareno desceu ao inferno e tomou as chaves do Demônio, que chamou Miguel e ele prendeu Satanás em correntes enquanto o Deus cristão conduzia as almas felizes para fora do inferno.

 

Isso me sugere um bom roteiro para ser usado como tema para o filme Mercenários IV, com Silvester Stallone representando Miguel, invadindo o inferno, enquanto Arnold Schwarzenegger representaria o Deus cristão conduzindo as almas libertas. Acho ainda que Bruce Willis ficaria bem no papel do Nazareno ordenando a invasão. Para o vilão Satanás All Paccino não ficaria mal. O título: “Os Mercenários IV, Invadindo o Inferno” (A propósito, o título mercenários, no caso, não tem nada a ver com a cobrança dos dízimos nem com o comércio da fé, é apenas mera coincidência).

 

Vocês acham que estou brincando com coisas sérias? Tudo bem, mas quem começou foram eles que não conhecem a palavra respeito e muito menos liberdade de crença.

 

Me admira ver jovens inteligentes tão alienados, acreditando em lendas bizarras e folclóricas.

 

Jeffrey Burton Russel em sua obra “Lúcifer, o Diabo na Idade Média” nos fala bem sobre isso:

 

“O folclore tendeu a fazer o Diabo ridículo ou impotente, provavelmente de forma a domestica-lo e aliviar a tensão de medo, por outro lado. Não é nenhuma coincidência que o período no qual o Diabo estava horrivelmente presente _ durante a “caça as bruxas” do século XV ao século XVII _ seja o período no qual ele apareceu em cena como um palhaço. Por causa da natureza contraditória dessas tradições a opinião popular sobre o Diabo oscilou entre vê-lo como um senhor terrível e vê-lo como um idiota.”

 

Concordo plenamente e peço que reflitam nessa opinião do citado autor no prefácio da obra mencionada:

 

“A primeira função da história é abrir as nossas mentes para a infinita riqueza de posíveis visões mundiais e nos ajudar a entender que nossa própria visão, seja qual for, é precária, limitada e aberta para uma mudança repentina e radical.”

 

Glória a Satã!

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